Um dos principais destinos turísticos da Venezuela se torna o centro da maior tragédia do país em décadas
Destino turístico da Venezuela se torna o centro da maior tragédia do país em décadas Na Venezuela, um dos principais destinos turísticos se tornou o centro da maior tragédia do país em décadas. Os enviados especiais Álvaro Pereira Júnior e Eduardo Apolinário foram a La Guaira, a região mais afetada pelos terremotos. “De fato, hoje, a gente está no ponto central da destruição provocada pelo terremoto duplo da Venezuela. Aqui é exatamente onde a cidade de La Guaira, que é a capital do estado do mesmo nome, deixa de ser uma cidade, digamos, normal, para ser uma cidade destruída. Vindo de Caracas, a gente pegou a Avenida Beira-Mar - o mar está atrás da gente. Você vê uma cidade que não tem sinais de destruição aparentes, até chegar a esse ponto. É uma avenida como se fosse a Avenida Atlântica, em Copacabana. Desse ponto para cá, atrás de mim, a gente vê grandes vazios, ali existiam prédios residenciais muito altos. Agora, não tem mais nada. Desse ponto para cá, a cidade é desse jeito, é destruição seguida de destruição. Para gente ver como é complexo um fenômeno sismológico como o terremoto aqui da Venezuela, se a gente olhar à minha esquerda, à direita do vídeo, está vendo que tem umas luzinhas acesas ali no morro? Então, aquilo são o que a gente chama no Brasil de barracos, ali é uma favela. Favelas são muito comuns aqui na Venezuela. E está tudo inteiro lá, não aconteceu nada. Já os edifícios de concreto e de cimento da Avenida Beira-Mar, na sua grande maioria, desapareceram. Esse ponto também é onde estão bombeiros do mundo inteiro, incluindo a numerosa equipe da Defesa Civil do Brasil. O chefe dessa missão me disse, há pouco, que dois lugares onde estão sendo feitas as buscas deram sinais de que pode haver pessoas vivas ainda nos escombros, tantos dias depois do terremoto”, conta o repórter Álvaro Pereira Júnior.

Destino turístico da Venezuela se torna o centro da maior tragédia do país em décadas Na Venezuela, um dos principais destinos turísticos se tornou o centro da maior tragédia do país em décadas. Os enviados especiais Álvaro Pereira Júnior e Eduardo Apolinário foram a La Guaira, a região mais afetada pelos terremotos. “De fato, hoje, a gente está no ponto central da destruição provocada pelo terremoto duplo da Venezuela. Aqui é exatamente onde a cidade de La Guaira, que é a capital do estado do mesmo nome, deixa de ser uma cidade, digamos, normal, para ser uma cidade destruída. Vindo de Caracas, a gente pegou a Avenida Beira-Mar - o mar está atrás da gente. Você vê uma cidade que não tem sinais de destruição aparentes, até chegar a esse ponto. É uma avenida como se fosse a Avenida Atlântica, em Copacabana. Desse ponto para cá, atrás de mim, a gente vê grandes vazios, ali existiam prédios residenciais muito altos. Agora, não tem mais nada. Desse ponto para cá, a cidade é desse jeito, é destruição seguida de destruição. Para gente ver como é complexo um fenômeno sismológico como o terremoto aqui da Venezuela, se a gente olhar à minha esquerda, à direita do vídeo, está vendo que tem umas luzinhas acesas ali no morro? Então, aquilo são o que a gente chama no Brasil de barracos, ali é uma favela. Favelas são muito comuns aqui na Venezuela. E está tudo inteiro lá, não aconteceu nada. Já os edifícios de concreto e de cimento da Avenida Beira-Mar, na sua grande maioria, desapareceram. Esse ponto também é onde estão bombeiros do mundo inteiro, incluindo a numerosa equipe da Defesa Civil do Brasil. O chefe dessa missão me disse, há pouco, que dois lugares onde estão sendo feitas as buscas deram sinais de que pode haver pessoas vivas ainda nos escombros, tantos dias depois do terremoto”, conta o repórter Álvaro Pereira Júnior.

