Uma semana depois do temporal que matou 72 pessoas na Zona da Mata mineira, equipes de resgate ainda procuram um desaparecido
Uma semana depois do temporal que matou 72 pessoas na Zona da Mata mineira, equipes de resgate ainda procuram um desaparecido Jornal Nacional/ Reprodução Uma semana depois do temporal que matou 72 pessoas na Zona da Mata mineira, as equipes de resgate ainda procuram um desaparecido. É um trabalho incansável. Em Ubá, os bombeiros seguem nas buscas por Luciano Fernandes, de 50 anos. Ele é namorado de Edna, que ficou agarrada a um poste a espera de socorro. Em Juiz de Fora, o esforço é para limpar as ruas. Cerca de 500 pessoas continuam fora de casa. As escolas ainda servem de abrigo. É lá que as famílias dormem e fazem as refeições enquanto esperam uma definição de para onde ir. A dona de casa Juliana Cristina de Souza foi com a família depois que viu as casas dos vizinhos desabando. A dela também corre risco: “É uma situação mais difícil, porque meu marido tem que acordar cedo, ele está indo trabalhar todos os dias e a gente fica sem saber o que vai fazer, porque é uma vida que a gente está lá”. O governo de Minas afirmou que vai destinar R$ 200 milhões em crédito emergencial para empresas e prefeituras atingidas. A Caixa liberou o saque calamidade do FGTS para os trabalhadores das cidades afetadas. Uma matéria completa do g1 que explica o passo a passo para solicitar o benefício. O Ministério das Cidades disse que técnicos estão auxiliando no levantamento dos atingidos pela enchente em Minas Gerais e que vai agilizar a compra de moradias para famílias que perderam suas casas. A Prefeitura de Juiz de Fora calcula que 2 mil imóveis foram danificados ou esvaziados e que será necessário o investimento de R$ 400 milhões para a reconstrução; informou que trata como prioridade máxima o atendimento às pessoas desabrigadas e desalojadas. A Prefeitura de Ubá disse que mantém acompanhamento contínuo das famílias atingidas. Quem ainda está desabrigado espera uma solução. “É triste, a gente fica com ansiedade. A gente não sabe o que vai acontecer, o que vai ser da nossa vida”, diz a vendedora Kevinlin Cristina de Souza. LEIA TAMBÉM Buscas continuam por último desaparecido nas chuvas na Zona da Mata; número de mortes chega a 72 Ruas evacuadas em Juiz de Fora: por que número continua subindo e quando moradores poderão voltar para as casas Juiz de Fora teve o mês mais chuvoso da série histórica e episódio ‘extremamente atípico’, diz Inmet

Uma semana depois do temporal que matou 72 pessoas na Zona da Mata mineira, equipes de resgate ainda procuram um desaparecido Jornal Nacional/ Reprodução Uma semana depois do temporal que matou 72 pessoas na Zona da Mata mineira, as equipes de resgate ainda procuram um desaparecido. É um trabalho incansável. Em Ubá, os bombeiros seguem nas buscas por Luciano Fernandes, de 50 anos. Ele é namorado de Edna, que ficou agarrada a um poste a espera de socorro. Em Juiz de Fora, o esforço é para limpar as ruas. Cerca de 500 pessoas continuam fora de casa. As escolas ainda servem de abrigo. É lá que as famílias dormem e fazem as refeições enquanto esperam uma definição de para onde ir. A dona de casa Juliana Cristina de Souza foi com a família depois que viu as casas dos vizinhos desabando. A dela também corre risco: “É uma situação mais difícil, porque meu marido tem que acordar cedo, ele está indo trabalhar todos os dias e a gente fica sem saber o que vai fazer, porque é uma vida que a gente está lá”. O governo de Minas afirmou que vai destinar R$ 200 milhões em crédito emergencial para empresas e prefeituras atingidas. A Caixa liberou o saque calamidade do FGTS para os trabalhadores das cidades afetadas. Uma matéria completa do g1 que explica o passo a passo para solicitar o benefício. O Ministério das Cidades disse que técnicos estão auxiliando no levantamento dos atingidos pela enchente em Minas Gerais e que vai agilizar a compra de moradias para famílias que perderam suas casas. A Prefeitura de Juiz de Fora calcula que 2 mil imóveis foram danificados ou esvaziados e que será necessário o investimento de R$ 400 milhões para a reconstrução; informou que trata como prioridade máxima o atendimento às pessoas desabrigadas e desalojadas. A Prefeitura de Ubá disse que mantém acompanhamento contínuo das famílias atingidas. Quem ainda está desabrigado espera uma solução. “É triste, a gente fica com ansiedade. A gente não sabe o que vai acontecer, o que vai ser da nossa vida”, diz a vendedora Kevinlin Cristina de Souza. LEIA TAMBÉM Buscas continuam por último desaparecido nas chuvas na Zona da Mata; número de mortes chega a 72 Ruas evacuadas em Juiz de Fora: por que número continua subindo e quando moradores poderão voltar para as casas Juiz de Fora teve o mês mais chuvoso da série histórica e episódio ‘extremamente atípico’, diz Inmet

