Cadeiras de praia por R$ 1,2 mil: como professora fatura até R$ 200 mil por ano com item popular

Como uma artista do Espírito Santo transformou cadeiras de praia em um negócio lucrativo O que antes era apenas um objeto comum das praias brasileiras ganhou status de peça artística e de decoração nas mãos da artista plástica Kênia Lyra, do Espírito Santo. Utilizando fio náutico — material usado em embarcações — e técnicas manuais aprendidas ainda na infância, ela cria cadeiras de praia artesanais que unem design, memória afetiva e identidade autoral. Cada cadeira é trançada à mão, em um processo que lembra o funcionamento de um tear. De perto, os fios coloridos se entrelaçam com precisão; de longe, formam padrões vibrantes que remetem ao mar, à brisa e às paisagens litorâneas capixabas. “A minha relação com o mar é muito forte, faz parte da minha essência”, conta Kênia. Nascida e criada no Espírito Santo, ela cresceu em uma família que valorizava o fazer manual. Redes de pesca, marcenaria artesanal, crochê, bordado e costura sempre fizeram parte da rotina — referências que hoje aparecem no seu trabalho. Formada em Artes Plásticas, Kênia atuou por anos na área cultural e chegou a dar aulas na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Foi a partir do olhar atento para os detalhes — característica que ela diz ter herdado da família — que surgiu a ideia de transformar a cadeira de praia em um objeto estético. “Eu comecei a me perguntar: por que não pensar nesse objeto como algo de valor artístico? Por que não trazer personalidade, criatividade e transformar a cadeira em um item de decoração e arte?”, relembra. Como uma artista do Espírito Santo transformou cadeiras de praia em um negócio lucrativo Reprodução/PEGN

Fev 22, 2026 - 02:30
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Cadeiras de praia por R$ 1,2 mil: como professora fatura até R$ 200 mil por ano com item popular

Como uma artista do Espírito Santo transformou cadeiras de praia em um negócio lucrativo O que antes era apenas um objeto comum das praias brasileiras ganhou status de peça artística e de decoração nas mãos da artista plástica Kênia Lyra, do Espírito Santo. Utilizando fio náutico — material usado em embarcações — e técnicas manuais aprendidas ainda na infância, ela cria cadeiras de praia artesanais que unem design, memória afetiva e identidade autoral. Cada cadeira é trançada à mão, em um processo que lembra o funcionamento de um tear. De perto, os fios coloridos se entrelaçam com precisão; de longe, formam padrões vibrantes que remetem ao mar, à brisa e às paisagens litorâneas capixabas. “A minha relação com o mar é muito forte, faz parte da minha essência”, conta Kênia. Nascida e criada no Espírito Santo, ela cresceu em uma família que valorizava o fazer manual. Redes de pesca, marcenaria artesanal, crochê, bordado e costura sempre fizeram parte da rotina — referências que hoje aparecem no seu trabalho. Formada em Artes Plásticas, Kênia atuou por anos na área cultural e chegou a dar aulas na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Foi a partir do olhar atento para os detalhes — característica que ela diz ter herdado da família — que surgiu a ideia de transformar a cadeira de praia em um objeto estético. “Eu comecei a me perguntar: por que não pensar nesse objeto como algo de valor artístico? Por que não trazer personalidade, criatividade e transformar a cadeira em um item de decoração e arte?”, relembra. Como uma artista do Espírito Santo transformou cadeiras de praia em um negócio lucrativo Reprodução/PEGN