'Não haverá trégua até que todos sejam levados à Justiça', diz delegado-geral após mortes de cabo da PM e oito suspeitos em Salvador
Confrontos entre policiais e suspeitos eleva a tensão no Complexo do Nordeste de Amaralina A Polícia Civil da Bahia continua em busca de mais suspeitos de participarem do confronto que terminou com a morte do cabo da Polícia Militar, Glauber Rosa Santos, de 42 anos, no bairro Vale das Pedrinhas. A situação aconteceu na madrugada de terça-feira (3) e oito homens morreram durante ações policiais horas após a morte do agente. “Primeiro quero me solidarizar com todos os familiares, amigos e colegas de farda por esta lamentável perda e dizer que desde os primeiros momentos do fato determinei empenho total para a elucidação deste trágico crime, que nos deixa enlutados. Não haverá trégua até que todos sejam levados à Justiça", afirmou o delegado-geral, André Viana. Pai de duas crianças e 17 anos de corporação: saiba quem era o policial militar morto Segundo a Polícia Civil, equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com o apoio dos Departamentos Operacionais e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core), fizeram rondas em diversos pontos do Vale das Pedrinhas. De acordo com a polícia, além de depoimentos, outras informações coletadas estão subsidiando as investigações contra o grupo criminoso responsável pelo ataque. Os nomes dos homens que morreram nos confrontos não foram divulgados, mas, segundo informações repassadas pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), seis deles tinham passagens pela polícia por crimes como tráfico de drogas, roubo, porte ilegal de arma de fogo, estelionato, furto e receptação. Os outros dois suspeitos não foram identificados. O policiamento na região está reforçado. Ainda conforme a SSP-BA, as ações são orientadas pela inteligência e tem o objetivo de combater uma facção envolvida com mortes, tráfico de drogas e armas, bem como lavagem de dinheiro.

Confrontos entre policiais e suspeitos eleva a tensão no Complexo do Nordeste de Amaralina A Polícia Civil da Bahia continua em busca de mais suspeitos de participarem do confronto que terminou com a morte do cabo da Polícia Militar, Glauber Rosa Santos, de 42 anos, no bairro Vale das Pedrinhas. A situação aconteceu na madrugada de terça-feira (3) e oito homens morreram durante ações policiais horas após a morte do agente. “Primeiro quero me solidarizar com todos os familiares, amigos e colegas de farda por esta lamentável perda e dizer que desde os primeiros momentos do fato determinei empenho total para a elucidação deste trágico crime, que nos deixa enlutados. Não haverá trégua até que todos sejam levados à Justiça", afirmou o delegado-geral, André Viana. Pai de duas crianças e 17 anos de corporação: saiba quem era o policial militar morto Segundo a Polícia Civil, equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com o apoio dos Departamentos Operacionais e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core), fizeram rondas em diversos pontos do Vale das Pedrinhas. De acordo com a polícia, além de depoimentos, outras informações coletadas estão subsidiando as investigações contra o grupo criminoso responsável pelo ataque. Os nomes dos homens que morreram nos confrontos não foram divulgados, mas, segundo informações repassadas pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), seis deles tinham passagens pela polícia por crimes como tráfico de drogas, roubo, porte ilegal de arma de fogo, estelionato, furto e receptação. Os outros dois suspeitos não foram identificados. O policiamento na região está reforçado. Ainda conforme a SSP-BA, as ações são orientadas pela inteligência e tem o objetivo de combater uma facção envolvida com mortes, tráfico de drogas e armas, bem como lavagem de dinheiro.

