França planeja proibir redes sociais para menores de 15 anos

Adolescente utilizando o telefone celular Liam Shaw/Unsplash A França quer proteger as crianças da exposição excessiva às telas e propõe proibir as redes sociais para menores de 15 anos a partir de setembro de 2026, segundo um projeto de lei ao qual a AFP teve acesso. A iniciativa conta com o apoio do presidente Emmanuel Macron, que declarou no começo do mês que o Parlamento deve começar a debater a proposta a partir de janeiro. "Protegeremos nossas crianças e adolescentes das redes sociais e das telas", prometeu Macron na noite desta quarta-feira (31) durante seu discurso de Fim de Ano aos franceses, assegurando que terá um "cuidado especial" para que este projeto possa "chegar a bom termo". O projeto de lei indica que "muitos estudos e relatórios confirmam os riscos distintos causados pelo uso excessivo de telas digitais pelos adolescentes". As crianças com acesso ilimitado à internet estão expostas a "conteúdo inapropriado" e poderiam sofrer assédio digital ou experimentar alterações em seus padrões de sono, informou o governo.

Dez 31, 2025 - 18:30
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França planeja proibir redes sociais para menores de 15 anos

Adolescente utilizando o telefone celular Liam Shaw/Unsplash A França quer proteger as crianças da exposição excessiva às telas e propõe proibir as redes sociais para menores de 15 anos a partir de setembro de 2026, segundo um projeto de lei ao qual a AFP teve acesso. A iniciativa conta com o apoio do presidente Emmanuel Macron, que declarou no começo do mês que o Parlamento deve começar a debater a proposta a partir de janeiro. "Protegeremos nossas crianças e adolescentes das redes sociais e das telas", prometeu Macron na noite desta quarta-feira (31) durante seu discurso de Fim de Ano aos franceses, assegurando que terá um "cuidado especial" para que este projeto possa "chegar a bom termo". O projeto de lei indica que "muitos estudos e relatórios confirmam os riscos distintos causados pelo uso excessivo de telas digitais pelos adolescentes". As crianças com acesso ilimitado à internet estão expostas a "conteúdo inapropriado" e poderiam sofrer assédio digital ou experimentar alterações em seus padrões de sono, informou o governo.