INFOGRÁFICO: como os EUA cercaram a Venezuela em operação que ameaça Maduro

A Venezuela disse neste sábado (3) que foi alvo de um ataque dos Estados Unidos várias explosões foram reportadas em Caracas e em outras cidades do país. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Os primeiros passos da operação que tem a Venezuela como alvo começaram pouco depois dos EUA dobrarem para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro. O governo americano acusa o presidente venezuelano de liderar o Cartel de los Soles, grupo classificado recentemente como organização terrorista internacional. Em agosto, Trump e sua equipe começaram a enviar uma frota militar para combater o que chamaram de "narcoterrorismo" no Mar do Caribe, e a presença americana na região aumentou gradativamente com o decorrer dos meses. Desde o início de setembro, forças americanas também realizaram mais de 20 ataques em águas internacionais contra barcos que supostamente transportavam drogas. Mais de 80 pessoas foram mortas. O presidente Donald Trump justificou as ofensivas dizendo que cada embarcação bombardeada representava 25 mil vidas americanas salvas. Ele também admitiu, em outubro, que pretendia realizar ataques terrestres contra cartéis de drogas, mas sem especificar quais países seriam alvo. Como parte de sua campanha de pressão, os EUA mobilizaram 15 mil soldados e uma série de porta-aviões, destróieres lança-mísseis guiados e navios de assalto anfíbios para o Caribe. Entre eles, o maior navio de guerra do mundo: o USS Gerald Ford. Bases militares que o país mantém na região, além de estruturas de segurança cooperativa instaladas em aeroportos de países parceiros — dois deles ficam a menos de 100 km da costa venezuelana - completaram o cerco americano.

Jan 3, 2026 - 05:30
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INFOGRÁFICO: como os EUA cercaram a Venezuela em operação que ameaça Maduro

A Venezuela disse neste sábado (3) que foi alvo de um ataque dos Estados Unidos várias explosões foram reportadas em Caracas e em outras cidades do país. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Os primeiros passos da operação que tem a Venezuela como alvo começaram pouco depois dos EUA dobrarem para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro. O governo americano acusa o presidente venezuelano de liderar o Cartel de los Soles, grupo classificado recentemente como organização terrorista internacional. Em agosto, Trump e sua equipe começaram a enviar uma frota militar para combater o que chamaram de "narcoterrorismo" no Mar do Caribe, e a presença americana na região aumentou gradativamente com o decorrer dos meses. Desde o início de setembro, forças americanas também realizaram mais de 20 ataques em águas internacionais contra barcos que supostamente transportavam drogas. Mais de 80 pessoas foram mortas. O presidente Donald Trump justificou as ofensivas dizendo que cada embarcação bombardeada representava 25 mil vidas americanas salvas. Ele também admitiu, em outubro, que pretendia realizar ataques terrestres contra cartéis de drogas, mas sem especificar quais países seriam alvo. Como parte de sua campanha de pressão, os EUA mobilizaram 15 mil soldados e uma série de porta-aviões, destróieres lança-mísseis guiados e navios de assalto anfíbios para o Caribe. Entre eles, o maior navio de guerra do mundo: o USS Gerald Ford. Bases militares que o país mantém na região, além de estruturas de segurança cooperativa instaladas em aeroportos de países parceiros — dois deles ficam a menos de 100 km da costa venezuelana - completaram o cerco americano.