Apuração dos desfiles do Grupo Especial do Carnaval de SP começa com poucas notas 10 no quesito evolução

A apuração dos desfiles do Grupo Especial do Carnaval de SP começou com poucas notas 10 no quesito evolução. Nenhuma escola teve quatro notas máximas. Mocidade Alegre e Tom Maior Maior largaram na frente, considerando os critérios de desempate. Como a nota mais baixa de cada escola é descartada, o primeiro quesito terminou com notas 30 para Mocidade Alegre, Gaviões da Fiel, Acadêmicos do Tatuapé e Tom Maior. Rosas de Ouro também teria essa nota, mas foi punida e por isso perdeu 0,5 pontos Os jurados são Lisianne Rodrigues, Reydner de Jesus, Leonardo Gonçalves e Dhon Santos. Como os jurados atribuem as notas? No momento em que pisam na avenida, as escolas começam o desfile com nota 10 em todas as categorias. A partir daí, os jurados do grupo Especial - quatro de cada categoria - recebem um manual e, a cada décimo tirado, devem justificar com base no documento. Além disso, os julgadores recebem uma pasta com o que foi planejado pela escola para comparar com o que foi apresentado durante o desfile. Entenda os quesitos avaliados pelo júri Evolução: Julga a forma como a escola passa pela avenida, sem deixar buracos e sem correr para cumprir o tempo do desfile. Comissão de -rente: A coreografia conta com alguns movimentos obrigatórios, como a saudação ao público e a apresentação da escola. Jurados também dão nota para a fantasia e observam se a comissão de frente atende à exigência de no mínimo seis componentes e, no máximo, 15. Fantasia: Avalia a beleza e o significado das fantasias desfiladas. Os jurados também podem se atentar a detalhes e ao acabamento. Os itens apresentados no desfile devem corresponder ao apresentado anteriormente em desenhos pela escola. Enredo: Nesse quesito é considerado se o tema está sendo bem contado na avenida, com a ajuda das alas e alegorias, e se o jurado e o público conseguem fazer uma leitura fácil da apresentação. Samba-enredo: O jurado deve considerar se a letra do samba transmite o enredo proposto pela escola. Já a melodia deve provocar nos componentes a vontade de evoluir, dançar e cantar. Bateria: Avalia o desempenho dos ritmistas e dos mestres de bateria acompanhando o samba-enredo. Além de alguns instrumentos obrigatórios, é importante que tudo esteja afinado. Também é considerada a "ousadia na performance musical", com bossa, paradinha, breque, apagão, convenção e virada. Alegoria: Julga os carros alegóricos - a beleza e a relação com o enredo. As escolas de samba são obrigadas a desfilar com cinco alegorias. Mestre-sala e porta-bandeira: Considera-se o entrosamento dos dois na coreografia, a graciosidade dos movimentos e, também, as fantasias. Harmonia: Analisa se os componentes da escola estão integrados, cantando o samba conforme o ritmo da bateria e fazendo as coreografias corretamente.

Fev 17, 2026 - 16:30
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A apuração dos desfiles do Grupo Especial do Carnaval de SP começou com poucas notas 10 no quesito evolução. Nenhuma escola teve quatro notas máximas. Mocidade Alegre e Tom Maior Maior largaram na frente, considerando os critérios de desempate. Como a nota mais baixa de cada escola é descartada, o primeiro quesito terminou com notas 30 para Mocidade Alegre, Gaviões da Fiel, Acadêmicos do Tatuapé e Tom Maior. Rosas de Ouro também teria essa nota, mas foi punida e por isso perdeu 0,5 pontos Os jurados são Lisianne Rodrigues, Reydner de Jesus, Leonardo Gonçalves e Dhon Santos. Como os jurados atribuem as notas? No momento em que pisam na avenida, as escolas começam o desfile com nota 10 em todas as categorias. A partir daí, os jurados do grupo Especial - quatro de cada categoria - recebem um manual e, a cada décimo tirado, devem justificar com base no documento. Além disso, os julgadores recebem uma pasta com o que foi planejado pela escola para comparar com o que foi apresentado durante o desfile. Entenda os quesitos avaliados pelo júri Evolução: Julga a forma como a escola passa pela avenida, sem deixar buracos e sem correr para cumprir o tempo do desfile. Comissão de -rente: A coreografia conta com alguns movimentos obrigatórios, como a saudação ao público e a apresentação da escola. Jurados também dão nota para a fantasia e observam se a comissão de frente atende à exigência de no mínimo seis componentes e, no máximo, 15. Fantasia: Avalia a beleza e o significado das fantasias desfiladas. Os jurados também podem se atentar a detalhes e ao acabamento. Os itens apresentados no desfile devem corresponder ao apresentado anteriormente em desenhos pela escola. Enredo: Nesse quesito é considerado se o tema está sendo bem contado na avenida, com a ajuda das alas e alegorias, e se o jurado e o público conseguem fazer uma leitura fácil da apresentação. Samba-enredo: O jurado deve considerar se a letra do samba transmite o enredo proposto pela escola. Já a melodia deve provocar nos componentes a vontade de evoluir, dançar e cantar. Bateria: Avalia o desempenho dos ritmistas e dos mestres de bateria acompanhando o samba-enredo. Além de alguns instrumentos obrigatórios, é importante que tudo esteja afinado. Também é considerada a "ousadia na performance musical", com bossa, paradinha, breque, apagão, convenção e virada. Alegoria: Julga os carros alegóricos - a beleza e a relação com o enredo. As escolas de samba são obrigadas a desfilar com cinco alegorias. Mestre-sala e porta-bandeira: Considera-se o entrosamento dos dois na coreografia, a graciosidade dos movimentos e, também, as fantasias. Harmonia: Analisa se os componentes da escola estão integrados, cantando o samba conforme o ritmo da bateria e fazendo as coreografias corretamente.