Athletico e Coritiba têm um só objetivo no retorno à elite do Brasileirão
Depois de três temporadas ruins, tanto Athletico quanto Coritiba demonstram o desejo de não desperdiçar a oportunidade que mereceram receber ao retornar à Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro. O Coxa, nem bem a SAF assumiu o comando, caiu para a Segundona com uma campanha melancólica em 2023 e o Furacão, que havia recém saído de […]
Depois de três temporadas ruins, tanto Athletico quanto Coritiba demonstram o desejo de não desperdiçar a oportunidade que mereceram receber ao retornar à Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro.
O Coxa, nem bem a SAF assumiu o comando, caiu para a Segundona com uma campanha melancólica em 2023 e o Furacão, que havia recém saído de uma final de Copa Libertadores da América no ano anterior, conseguiu cometer erros em sequência que custaram duras eliminações em torneios nacionais e continentais dentro da Arena da Baixada.
No Brasileirão, o Athletico conseguiu segurar-se, mas no ano seguinte, com uma coleção absurda de más contratações de jogadores e a insensatez de trocar cinco vezes de técnico, além de uma coleção de CEOs, que entraram e saíram do CT do Caju, com a mesma naturalidade que entravam e saiam os jecas americanos através das portas nos bares dos filmes de faroeste.
Como o Coritiba não conseguiu retornar à Série A, o Athletico lhe fez companhia na temporada passada e as duas grandes torcidas foram submetidas a todo tipo de experiências, humilhações e, finalmente, a alegria de vê-los de volta ao lugar de onde não deveriam ter saído.
Os dois treinadores saíram consagrados: Mozart, por ter sido forçado a reformular o elenco no meio da temporada e conseguido chegar ao acesso, e ao título de campeão, e Odair Hellmann, também por ter sido obrigado a reconstruir o grupo de jogadores durante a Copa do Brasil e o Brasileirão e conseguido subir.
LEIA TAMBÉM:
- Athletico inicia o ano com lacunas no elenco e busca reforços para o Brasileirão
- Coritiba aposta alto em reforços veteranos para o Brasileirão 2026
Surpreendentemente, Mozart não renovou o contrato e não adianta mais ficar tentando descobrir os motivos que levaram a diretoria do clube a proceder desta forma. Problemas internos, nada mais. A opção foi Fernando Seabra, que terá grandes desafios logo na largada e o único conselho que poderia lhe oferecer, diante do que ocorreu com Mozart, é: Fernando, trabalhe, e não se abra.
Odair Hellmann, que passou por todos os tipos de experiências e sensações no comando atleticano, reúne condições de realizar um bom trabalho, afinal também participou das indicações para a formação da coleção colombiana que se constitui a base da equipe para o ano que se inicia com o Campeonato Paranaense na próxima semana.
Com essas credenciais a dupla Atletiba tem como objetivo firmar-se na elite do futebol brasileiro.


