Carneiro & Mafuz debate “banho de bola” do Coritiba no Athletico; assista ao podcast
O podcast Carneiro & Mafuz desta segunda-feira (19) debateu sobre o primeiro clássico Atletiba a temporada de 2026. No último sábado, o Coritiba venceu o Athletico, por 1 a 0, na Arena da Baixada, e aumentou a sua hegemonia no clássico. Esse foi o primeiro programa do ano. O resultado aumenta o maior jejum do Atletiba […]
O podcast Carneiro & Mafuz desta segunda-feira (19) debateu sobre o primeiro clássico Atletiba a temporada de 2026. No último sábado, o Coritiba venceu o Athletico, por 1 a 0, na Arena da Baixada, e aumentou a sua hegemonia no clássico. Esse foi o primeiro programa do ano.
O resultado aumenta o maior jejum do Atletiba deste século. Com vantagem alviverde, são 979 dias desde a última vitória rubro-negra, no dia 14 de maio de 2023, em uma virada por 3 a 2 pela sexta rodada do Brasileirão. Desde aquele confronto, o Furacão não venceu mais. São três empates e três vitórias do Coxa nos últimos seis embates entre os rivais.
“O Coritiba deu um banho tático, jogou como tem que jogar contra o Athletico na Baixada. Ele jogou fechado, sabendo que ia ter erro e que iria ter espaço para o contra-ataque. Não me surpreendeu. O Athletico manteve o mesmo time da Segundona, que se classificou na bacia das almas. Foi justa a vitória do Coritiba”, disse Mafuz. 
“O Atletiba teve carinha e ranço da Série B. As duas equipes repetiram-se desde o encerramento da Segundona. O Coritiba estava mais estruturado e melhorou no ataque. O Athletico repetiu os mesmos erros. É um time preocupante para essa temporada. As lições que o Atletiba deixou é que o Coritiba vai evoluir, enquanto o Athletico eu não sei”, frisou Carneiro.
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A dupla dinâmica Carneiro & Mafuz também analisou a demissão do técnico Alex do comando do Operário. Após ter sido mantido no cargo para a temporada de 2026, o treinador não suportou a sequência ruim no início do Campeonato Paranaense, com três derrotas e apenas um empate.
“Eles contratam o Alex, programam o ano inteiro com o Alex e, em quatro jogos, o culpam. Não são os dirigentes que são os culpados e os jogadores que contrataram”, ironiza Carneiro. “É um absurdo a demissão do Alex. Se o Operário tivesse ambições, já teria feito um bom time para o Alex”, conclui Mafuz.

