De onde vem tanto dinheiro no Athletico? Petraglia deveria responder
O Athletico irá pagar R$31 milhões pelo meia/atacante Edwuin Cetré. Já pagando R$30 milhões pelo goleador Kevin Viveiros, R$20 milhões pelo zagueiro Terán e o meia Portilla, todos colombianos. O preço dos direitos de um pelo outro, somado às luvas, comissões e outras cositas más, o Furacão comprometeu-se a pagar R$100 milhões. Até aí, tudo estaria […]
O Athletico irá pagar R$31 milhões pelo meia/atacante Edwuin Cetré. Já pagando R$30 milhões pelo goleador Kevin Viveiros, R$20 milhões pelo zagueiro Terán e o meia Portilla, todos colombianos.
O preço dos direitos de um pelo outro, somado às luvas, comissões e outras cositas más, o Furacão comprometeu-se a pagar R$100 milhões.
Até aí, tudo estaria bem, se não fossem alguns detalhes: já faz tempo que o presidente Mario Celso Petraglia vem afirmando que o “Athletico, por bater no seu limite”, teria que transformar-se em sociedade anônima; sempre que pode, chora que o Município de Curitiba não cumpre a sua parte no tripartite da construção da Baixada; e que o Furacão correu o risco de não retornar ao Brasileirão, contratando Habraão, Palácios, e cia, por ter condições de investimentos na Segundona
Agora, com esse valor a ser pago por Cetré, um jogador de 28 anos, sem um cadastro expressivo e cujo único retorno previsto é apenas técnico, dou motivação há uma dúvida: o Athletico já não teria uma sociedade anônima de futebol, que por algum motivo os acionistas são mantidos ocultos?
Bem que Petraglia poderia, sem nenhum constrangimento, tirar essa dúvida e responder no espanhol corrente do CT do Caju: a sociedad soy yo!
Moral da história: ou o Athletico já tem uma SAF fazendo investimento ou não precisa da SAF.


