Mãe de corretora morta por síndico em Caldas Novas desabafa: ‘Alívio, revolta e dor’

Corretora de imóveis Daiane Alves desaparecida em Caldas Novas no prédio em mora. Arquivo Pessoa/Fernanda Alves e Reprodução TV Anhanguera A mãe da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, encontrada morta em Caldas Novas, disse viver um misto de sentimentos após a prisão do síndico do prédio onde a filha morava e do filho dele, suspeitos de envolvimento no crime. “É uma sensação de alívio, de revolta e de dor. É tudo misturado”, afirmou em entrevista à TV Anhanguera. Segundo ela, apesar de os indícios apontarem para o síndico desde o início das investigações, a família resistia à ideia de que ele fosse capaz de cometer o crime. “A gente não queria acreditar que esse cara era capaz de fazer isso. Um cara covarde que se vestiu de síndico, dono do prédio, onde mandava e desmandava”, disse. Ainda de acordo com o relato, a família vinha sendo alvo de conflitos e perseguições antes do desaparecimento da corretora. “Ele perseguiu a Daiane durante um ano, perseguiu a mim, meu marido e a minha neta. Estava tão óbvio que era ele, que eu não queria acreditar”, contou. O corpo de Daiane foi encontrado em uma área de mata após mais de 40 dias de buscas. O síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, foi preso temporariamente por suspeita de homicídio e ocultação de cadáver. O filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de auxiliar na ocultação de provas. Além deles, o porteiro do prédio foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. O nome dele não foi divulgado.O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Jan 28, 2026 - 15:00
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Mãe de corretora morta por síndico em Caldas Novas desabafa: ‘Alívio, revolta e dor’

Corretora de imóveis Daiane Alves desaparecida em Caldas Novas no prédio em mora. Arquivo Pessoa/Fernanda Alves e Reprodução TV Anhanguera A mãe da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, encontrada morta em Caldas Novas, disse viver um misto de sentimentos após a prisão do síndico do prédio onde a filha morava e do filho dele, suspeitos de envolvimento no crime. “É uma sensação de alívio, de revolta e de dor. É tudo misturado”, afirmou em entrevista à TV Anhanguera. Segundo ela, apesar de os indícios apontarem para o síndico desde o início das investigações, a família resistia à ideia de que ele fosse capaz de cometer o crime. “A gente não queria acreditar que esse cara era capaz de fazer isso. Um cara covarde que se vestiu de síndico, dono do prédio, onde mandava e desmandava”, disse. Ainda de acordo com o relato, a família vinha sendo alvo de conflitos e perseguições antes do desaparecimento da corretora. “Ele perseguiu a Daiane durante um ano, perseguiu a mim, meu marido e a minha neta. Estava tão óbvio que era ele, que eu não queria acreditar”, contou. O corpo de Daiane foi encontrado em uma área de mata após mais de 40 dias de buscas. O síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, foi preso temporariamente por suspeita de homicídio e ocultação de cadáver. O filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, também foi preso, suspeito de auxiliar na ocultação de provas. Além deles, o porteiro do prédio foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. O nome dele não foi divulgado.O caso segue sob investigação da Polícia Civil.