“Nosso melhor jogo defensivo”: Seabra explica motivo de empate do Coritiba no Paranaense

O técnico Fernando Seabra atribuiu a queda de rendimento defensivo no segundo tempo como o principal motivo para o Coritiba ter cedido o empate em 2 a 2 diante do Operário, no jogo de ida da semifinal do Campeonato Paranaense, disputado neste sábado (14), no Germano Kruger. O Coxa abriu 2 a 0 ainda na […]

Fev 15, 2026 - 14:00
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“Nosso melhor jogo defensivo”: Seabra explica motivo de empate do Coritiba no Paranaense

O técnico Fernando Seabra atribuiu a queda de rendimento defensivo no segundo tempo como o principal motivo para o Coritiba ter cedido o empate em 2 a 2 diante do Operário, no jogo de ida da semifinal do Campeonato Paranaense, disputado neste sábado (14), no Germano Kruger.

O Coxa abriu 2 a 0 ainda na primeira etapa, mas viu o adversário crescer depois do intervalo e buscar o empate. Segundo o treinador, a equipe não conseguiu sustentar o nível de defensivo do início da partida.

“No segundo tempo do jogo, nós não conseguimos sustentar a nossa agressividade defensiva. Não conseguimos tirar o bloco de trás com a rapidez e com a frequência que é necessário para impedir a imposição do adversário. Ela acabou acontecendo no segundo tempo, muito nesse cenário, e diante dessa dificuldade, a gente acabou adotando uma linha de cinco para que a gente conseguisse marcar toda a largura, porque se desenhou um jogo de bloco baixo”, apontou.

O Coritiba decide a vaga na final no próximo sábado (21), às 16h, no Couto Pereira. Para avançar no tempo normal, o Coxa precisa vencer e se confirmado, colocará o clube pela primeira vez em uma final de Campeonato Paranaense era SAF, que começou em junho de 2023

“A gente tem que aproveitar os dias que nós vamos ter nessa semana, que é a primeira aberta, para estudar os pontos que o operário conseguiu colocar de vantagem, ajustar as questões coletivas que a gente precisa ajustar, para trazer uma resposta mais eficaz”, apontou.

Pedro Rocha comemora gol pelo Coritiba. (Foto: JP Pacheco/Coritiba).

Defesa elogiada, mas queda de nível se repete

A partida também marcou a segunda vez consecutiva na temporada em que o Coritiba sofreu o empate depois de abrir dois gols de vantagem. Situação semelhante ocorreu na última quarta-feira (11), contra a Chapecoense, pelo Brasileirão, quando o Coxa vencia por 3 a 1 e cedeu o empate em 3 a 3.

Apesar do resultado, Seabra comparou que o desempenho defensivo no primeiro tempo contra o Operário foi superior ao apresentado diante da equipe catarinense.

“O jogo de hoje, eu entendo que, nesse primeiro tempo, provavelmente tenha sido o nosso melhor jogo defensivo. A gente teve uma evolução nesse sentido, não só porque permitiu poucas oportunidades ao adversário, mas porque teve muitas recuperações intermediárias e altas, além de fazer um bom jogo ofensivo, de controle e de criação de jogadas”, apontou.

Para o treinador, além da queda física e de intensidade, a falta de efetividade para matar o jogo foi determinante.

“Assim como nós tivemos a chance do 4×1 e depois do 4×2 em Chapeco, nós tivemos a chance dos 3×0 aqui hoje também. Então, a gente precisa tanto ser capaz de liquidar com o jogo, quer dizer, de realmente fazer um terceiro gol, porque buscar uma diferença de três é muito raro acontecer”, concluiu.

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