Polícia Civil desarticula grupo que vendia remédios ilegais para emagrecimento rápido na Zona Oeste do Rio
Polícia Civil desarticula grupo que vendia remédios ilegais para emagrecimento rápido na Zona Oeste do Rio Divulgação A Polícia Civil desarticulou uma associação criminosa que comercializava medicamentos importados ilegalmente do Paraguai com promessa de “emagrecimento rápido” na Zona Oeste do Rio. Quatro pessoas foram presas durante a operação da 34ª DP (Bangu). De acordo com as investigações, o grupo vendia substâncias como a Tirzepatida — popularmente conhecida como Mounjaro — e outros medicamentos de uso controlado sem registro ou autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A ação foi deflagrada após denúncias e informações levantadas pelo setor de inteligência da delegacia. Segundo a Polícia Civil, os suspeitos anunciavam os produtos em grupos de aplicativos de mensagens. O pagamento era feito por transferência eletrônica, e a entrega ocorria presencialmente. Após análise de dados telemáticos e cruzamento de informações, os agentes identificaram diversos integrantes do esquema. Polícia Civil desarticula grupo que vendia remédios ilegais para emagrecimento rápido na Zona Oeste do Rio Divulgação O que foi apreendido Durante a operação, os policiais: Prenderam quatro pessoas; Apreenderam celulares que passarão por perícia; Recolheram uma carga de medicamentos avaliada em cerca de R$ 100 mil; Retiraram de circulação produtos importados irregularmente do Paraguai. Segundo a investigação, as mensagens encontradas nos celulares indicam a existência de fornecedores e atravessadores responsáveis por introduzir a mercadoria no país de forma clandestina, o que apontaria para uma cadeia estruturada de importação e distribuição ilegal. Entre os presos estão duas pessoas da área da saúde, incluindo uma enfermeira vinculada ao Hospital Municipal da Mãe, em Mesquita. Para a polícia, o envolvimento de profissionais da saúde aumenta a gravidade da conduta, devido à confiança social associada à profissão. Os suspeitos vão responder, em tese, por associação criminosa, comercialização de produto destinado a fins terapêuticos sem registro sanitário e importação e venda de mercadoria proibida. A Polícia Civil alertou que a venda de medicamentos sem controle sanitário representa risco à saúde pública e pode causar danos graves aos consumidores. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e possíveis ramificações do esquema.

Polícia Civil desarticula grupo que vendia remédios ilegais para emagrecimento rápido na Zona Oeste do Rio Divulgação A Polícia Civil desarticulou uma associação criminosa que comercializava medicamentos importados ilegalmente do Paraguai com promessa de “emagrecimento rápido” na Zona Oeste do Rio. Quatro pessoas foram presas durante a operação da 34ª DP (Bangu). De acordo com as investigações, o grupo vendia substâncias como a Tirzepatida — popularmente conhecida como Mounjaro — e outros medicamentos de uso controlado sem registro ou autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A ação foi deflagrada após denúncias e informações levantadas pelo setor de inteligência da delegacia. Segundo a Polícia Civil, os suspeitos anunciavam os produtos em grupos de aplicativos de mensagens. O pagamento era feito por transferência eletrônica, e a entrega ocorria presencialmente. Após análise de dados telemáticos e cruzamento de informações, os agentes identificaram diversos integrantes do esquema. Polícia Civil desarticula grupo que vendia remédios ilegais para emagrecimento rápido na Zona Oeste do Rio Divulgação O que foi apreendido Durante a operação, os policiais: Prenderam quatro pessoas; Apreenderam celulares que passarão por perícia; Recolheram uma carga de medicamentos avaliada em cerca de R$ 100 mil; Retiraram de circulação produtos importados irregularmente do Paraguai. Segundo a investigação, as mensagens encontradas nos celulares indicam a existência de fornecedores e atravessadores responsáveis por introduzir a mercadoria no país de forma clandestina, o que apontaria para uma cadeia estruturada de importação e distribuição ilegal. Entre os presos estão duas pessoas da área da saúde, incluindo uma enfermeira vinculada ao Hospital Municipal da Mãe, em Mesquita. Para a polícia, o envolvimento de profissionais da saúde aumenta a gravidade da conduta, devido à confiança social associada à profissão. Os suspeitos vão responder, em tese, por associação criminosa, comercialização de produto destinado a fins terapêuticos sem registro sanitário e importação e venda de mercadoria proibida. A Polícia Civil alertou que a venda de medicamentos sem controle sanitário representa risco à saúde pública e pode causar danos graves aos consumidores. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e possíveis ramificações do esquema.

