Governo anuncia previsão do salário mínimo de 2026
Governo Federal envia ao Congresso Nacional proposta para o orçamento 2026 O governo federal enviou nesta sexta-feira (29) ao Congresso a proposta de orçamento do ano que vem. A previsão para o salário mínimo é de R$ 1.631 no próximo ano, alta de mais de 7%. O aumento considera a variação da inflação e o crescimento da economia, e ficou dentro do limite de gastos do arcabouço fiscal. Já com relação às despesas, o governo projeta aumento de 9% – mais de 92% são despesas obrigatórias. O principal gasto será o pagamento de benefícios da Previdência, passando de R$ 1,1 trilhão, um aumento de 11%. O gasto com a Previdência continua vinculado ao percentual de reajuste do salário mínimo, o que tem sido criticado por especialistas. Outros gastos obrigatórios continuam pesando nas contas do governo. São aqueles ligados a pessoal e encargos sociais – o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O governo reservou mais de R$ 40 bilhões para emendas parlamentares impositivas, para senadores e deputados, quase R$ 2 bilhões a mais do valor proposto no orçamento atual. Num ano eleitoral, o governo quer gastar mais com investimentos: R$ 83 bilhões, um aumento de 12%. O PAC, Programa de Aceleração do Crescimento, também vsi ter um aumento de 6,5%, chegando a quase R$ 53 bilhões. Num ano eleitoral, o governo quer gastar mais com investimentos: R$ 83 bilhões, um aumento de 12%. O PAC, Programa de Aceleração do Crescimento, também vsi ter um aumento de 6,5%, chegando a quase R$ 53 bilhões. Jornal Nacional Já a previsão de inflação é de 3,6%. A previsão da equipe econômica é conseguir atingir um superávit de mais de R$ 34 bilhões no ano que vem. Mas, apesar de cumprir a meta no papel, na prática, o governo espera chegar a um rombo de R$ 23 bilhões. É que, na prática, o governo pode retirar do cálculo gastos com precatórios e dívidas judiciais, por exemplo. "Só um esclarecimento que é importante ter em mente: o esforço de receita supera o aumento da despesa, sem dúvida. A gente vai para o ano que vem com uma limitação do arcabouço a 2, um reajuste real do orçamento em razão do arcabouço, de 2,5%. E a gente para ultrapassar esse ganho de espaço fiscal para as despesas, e fixar um superávit para o ano que vem, estou fazendo um esforço de receita maior do que o esforço de despesa, isso por lógica", declarou Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda. O economista Flávio Ataliba afirma que o governo Lula continua contando com o aumento das receitas, quando deveria cortar despesas. "Porque as receitas podem não acontecer e aí compromete todo planejamento orçamentário do governo. Entretanto, é importante que diversas ações que foram colocadas em prática nos últimos anos precisam realmente ter um controle maior, um controle mais efetivo dessas despesas de forma a que você não tenha um orçamento desequilibrado e isso é necessário exatamente olhar em toda máquina pública, todo aquele desperdício de gasto que se está colocando em prática para corrigir eventualmente essa situação".


Governo Federal envia ao Congresso Nacional proposta para o orçamento 2026 O governo federal enviou nesta sexta-feira (29) ao Congresso a proposta de orçamento do ano que vem. A previsão para o salário mínimo é de R$ 1.631 no próximo ano, alta de mais de 7%. O aumento considera a variação da inflação e o crescimento da economia, e ficou dentro do limite de gastos do arcabouço fiscal. Já com relação às despesas, o governo projeta aumento de 9% – mais de 92% são despesas obrigatórias. O principal gasto será o pagamento de benefícios da Previdência, passando de R$ 1,1 trilhão, um aumento de 11%. O gasto com a Previdência continua vinculado ao percentual de reajuste do salário mínimo, o que tem sido criticado por especialistas. Outros gastos obrigatórios continuam pesando nas contas do governo. São aqueles ligados a pessoal e encargos sociais – o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O governo reservou mais de R$ 40 bilhões para emendas parlamentares impositivas, para senadores e deputados, quase R$ 2 bilhões a mais do valor proposto no orçamento atual. Num ano eleitoral, o governo quer gastar mais com investimentos: R$ 83 bilhões, um aumento de 12%. O PAC, Programa de Aceleração do Crescimento, também vsi ter um aumento de 6,5%, chegando a quase R$ 53 bilhões. Num ano eleitoral, o governo quer gastar mais com investimentos: R$ 83 bilhões, um aumento de 12%. O PAC, Programa de Aceleração do Crescimento, também vsi ter um aumento de 6,5%, chegando a quase R$ 53 bilhões. Jornal Nacional Já a previsão de inflação é de 3,6%. A previsão da equipe econômica é conseguir atingir um superávit de mais de R$ 34 bilhões no ano que vem. Mas, apesar de cumprir a meta no papel, na prática, o governo espera chegar a um rombo de R$ 23 bilhões. É que, na prática, o governo pode retirar do cálculo gastos com precatórios e dívidas judiciais, por exemplo. "Só um esclarecimento que é importante ter em mente: o esforço de receita supera o aumento da despesa, sem dúvida. A gente vai para o ano que vem com uma limitação do arcabouço a 2, um reajuste real do orçamento em razão do arcabouço, de 2,5%. E a gente para ultrapassar esse ganho de espaço fiscal para as despesas, e fixar um superávit para o ano que vem, estou fazendo um esforço de receita maior do que o esforço de despesa, isso por lógica", declarou Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda. O economista Flávio Ataliba afirma que o governo Lula continua contando com o aumento das receitas, quando deveria cortar despesas. "Porque as receitas podem não acontecer e aí compromete todo planejamento orçamentário do governo. Entretanto, é importante que diversas ações que foram colocadas em prática nos últimos anos precisam realmente ter um controle maior, um controle mais efetivo dessas despesas de forma a que você não tenha um orçamento desequilibrado e isso é necessário exatamente olhar em toda máquina pública, todo aquele desperdício de gasto que se está colocando em prática para corrigir eventualmente essa situação".