Pornhub e Redtube anunciam que não vão permitir novos usuários no Reino Unido
Site pornô Pornhub Franco Alva/Unsplash A Aylo, dona dos sites de conteúdo adulto YouPorn, Pornhub e Redtube, anunciou nesta terça-feira (27) que não vai mais aceitar novos usuários no Reino Unidos a partir do dia 2 de fevereiro. Isso acontece em meio a críticas do dono da companhia às novas leis de obrigação de verificação de idade dos usuários. A empresa, sediada no Chipre, que já bloqueou seus sites em outros países por motivos semelhantes, considera que as normas britânicas não protegem os menores. Embora "os grandes operadores cumpram a lei, a grande maioria dos sites que oferecem conteúdos inadequados para determinadas idades não está sujeita a nenhum controle", afirma a empresa, que teme um aumento do "risco de exposição a conteúdos perigosos ou ilegais". A Aylo também considera que a verificação de idade implica problemas para "a vida privada e os dados pessoais dos cidadãos britânicos" e afirma que "cada telefone, tablet ou computador deveria ser configurado desde o início como um dispositivo seguro para crianças", em vez de fazer recair esta responsabilidade sobre os sites. "Continuamos decididos a colaborar com o Reino Unido, a Comissão Europeia e outros parceiros internacionais para garantir que as lições aprendidas no Reino Unido sejam levadas em conta na elaboração de políticas futuras", assegurou a companhia em seu comunicado.

Site pornô Pornhub Franco Alva/Unsplash A Aylo, dona dos sites de conteúdo adulto YouPorn, Pornhub e Redtube, anunciou nesta terça-feira (27) que não vai mais aceitar novos usuários no Reino Unidos a partir do dia 2 de fevereiro. Isso acontece em meio a críticas do dono da companhia às novas leis de obrigação de verificação de idade dos usuários. A empresa, sediada no Chipre, que já bloqueou seus sites em outros países por motivos semelhantes, considera que as normas britânicas não protegem os menores. Embora "os grandes operadores cumpram a lei, a grande maioria dos sites que oferecem conteúdos inadequados para determinadas idades não está sujeita a nenhum controle", afirma a empresa, que teme um aumento do "risco de exposição a conteúdos perigosos ou ilegais". A Aylo também considera que a verificação de idade implica problemas para "a vida privada e os dados pessoais dos cidadãos britânicos" e afirma que "cada telefone, tablet ou computador deveria ser configurado desde o início como um dispositivo seguro para crianças", em vez de fazer recair esta responsabilidade sobre os sites. "Continuamos decididos a colaborar com o Reino Unido, a Comissão Europeia e outros parceiros internacionais para garantir que as lições aprendidas no Reino Unido sejam levadas em conta na elaboração de políticas futuras", assegurou a companhia em seu comunicado.

