MPT apura caso de influenciador condenado por manter empregada em trabalho análogo à escravidão

Peter Liu é condenado por manter empregada em trabalho análogo à escravidão por 30 anos O Ministério Público do Trabalho (MPT) instaurou, nesta segunda-feira (15), procedimento para apurar o caso envolvendo o influenciador Peter Liu, condenado pela Justiça Trabalhista por manter uma empregada em trabalho análogo à escravidão por 30 anos. Com a abertura do procedimento, ele será distribuído a um procurador, que irá analisar se o caso justifica uma atuação do MPT. Com pelo menos 4 milhões de seguidores nas redes sociais, Peter Liu, a mulher e os filhos foram condenados pela 10ª Vara do Trabalho de Campinas a pagarem R$ 1,2 milhão em obrigações trabalhistas a mulher, sendo fixado R$ 400 mil a título de danos morais. Cabe recurso. A decisão foi proferida em 13 de agosto de 2025, mas o g1 teve acesso aos autos no último sábado (13). Em nota, a defesa de Peter Liu e sua família afirmou que a acusação não possui fundamento, que a caracterização das condições análogas ao trabalho escravo não procede, e que a ação foi motivada pela filha do réu, por conta de desavenças familiares - veja abaixo.

Dez 15, 2025 - 17:30
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MPT apura caso de influenciador condenado por manter empregada em trabalho análogo à escravidão

Peter Liu é condenado por manter empregada em trabalho análogo à escravidão por 30 anos O Ministério Público do Trabalho (MPT) instaurou, nesta segunda-feira (15), procedimento para apurar o caso envolvendo o influenciador Peter Liu, condenado pela Justiça Trabalhista por manter uma empregada em trabalho análogo à escravidão por 30 anos. Com a abertura do procedimento, ele será distribuído a um procurador, que irá analisar se o caso justifica uma atuação do MPT. Com pelo menos 4 milhões de seguidores nas redes sociais, Peter Liu, a mulher e os filhos foram condenados pela 10ª Vara do Trabalho de Campinas a pagarem R$ 1,2 milhão em obrigações trabalhistas a mulher, sendo fixado R$ 400 mil a título de danos morais. Cabe recurso. A decisão foi proferida em 13 de agosto de 2025, mas o g1 teve acesso aos autos no último sábado (13). Em nota, a defesa de Peter Liu e sua família afirmou que a acusação não possui fundamento, que a caracterização das condições análogas ao trabalho escravo não procede, e que a ação foi motivada pela filha do réu, por conta de desavenças familiares - veja abaixo.